Sucede apenas que para ela era pacífico que só o homem que amava, o homem ao lado de quem acordava há mais de 15 anos, o homem por quem tinha acedido a viver nas ilhas, tinha direito ao toque físico sobre si. Só ele a podia acalmar. Admito que demorei algum tempo até perceber o que estava aqui em causa, o motivo pela qual esta conversa não me saiu da memória todos estes anos volvidos. Se amar não é sinónimo de permitir que apenas a pessoa mais especial detenha o monopólio da pureza do toque sobre nós … o que é então o amor?
– http://obomsacana.blogspot.com/
POSTED Friday June 25th