Carta
Quero oferecer-te as minhas carícias
Antes que o vento as leve
Para que não voem como no Outono
De ter-te longe na Primavera
E nunca voltar atrás
A suspirar ao ver-te
Ir embora sem saber
Que não voltarei a ser teu
Nos teus braços quentes
E querer-te mais e mais e mais
Nunca te poderei dizer
Que deixei de querer-te
Escrevo, distante e te digo
Que se já não me respondes
Pensarei que já não me tens
Escrevo, distante e te digo
Que se já não me respondes
Pensarei que já não me tens
Quero oferecer-te os meus sorrisos
Antes de os prometer a ninguém
Para que não se percam como no Inverno
De ter-te longe em cada momento
E nunca voltar atrás
A suspirar ao ver-te
Ir embora sem saber
Que não voltarei a ser teu
Nos teus braços quentes
E querer-te mais e mais e mais
Nunca te poderei dizer
Que deixei de querer-te
Escrevo, distante e te digo
Que se já não me respondes
Pensarei que já não me tens
Escrevo, distante e te digo
Que se já não me respondes
Pensarei que já não me tens
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